Hoje acordei cansado. Nem o sol lá no alto conseguiu penetrar as persianas da minha disposição. O estranho silêncio é - poucas vezes - rasgado pelos motores de carros. Vrruuuummm. E cansam-me a disposição. O frio das ruas, esse, sinto-o no peito. E cansa-me.
O hábito faz o monge e isso é tramado para os ateus. A rotina e a inércia; o constante sonho de querer ser melhor, corrigir o defeito. Mas às vezes é feitio. Escuto as baladas inertes de um estado quase sonâmbulo. Acordei sem despertar. A névoa teima em dissipar. Canso-me.
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